2026: AGIR PELA SUSTENTABILIDADE DO DESENVOLVIMENTO, VOTAR ANTÓNIO FILIPE.

Se há resolução de ano novo que merece ser concretizada é a de agirmos, em 2026, pela construção coletiva de um presente e um futuro dignos, justos e sustentáveis.

O início do ano pede-nos já uma escolha, com as eleições presidenciais à porta.

Com um Governo de direita e também uma alargada maioria de direita no Parlamento, torna-se ainda mais importante que a Presidência da República não seja uma ressonância e uma facilitadora da implementação de políticas que, por nunca abdicarem de servir os grandes interesses económicos e financeiros, degradam serviços públicos, dificultam a vida dos que subsistem do seu trabalho e empobrecem, uma camada significativa da população.

António Filipe é o candidato de esquerda que, com Abril no horizonte, detém uma vasta experiência política que lhe gerou prestígio e respeito pela forma leal e competente como sempre exerceu as suas funções. Sempre agiu pela promoção do progresso e da qualidade de vida dos cidadãos e, por isso, é a garantia de estar do lado do desenvolvimento sustentável pelo qual os ecologistas anseiam.

Num tempo em que o Orçamento do Estado para 2026 está em vigor a ditar a continuidade do colapso no acesso ao Serviço Nacional de Saúde, das dificuldades do funcionamento regular da escola pública, da lentidão da justiça, da especulação no setor da habitação, da desvalorização da cultura, da degradação ambiental, dos baixos salários e pensões e da negação de tantos outros direitos que a Constituição da República Portuguesa estabelece, António Filipe é o candidato que dá as mais genuínas e certas garantias de cumprir e fazer cumprir essa Constituição.

Num tempo em que um dos maiores desafios ambientais globais – as alterações climáticas – representam uma clara insegurança para a humanidade, o Governo português continua a não concretizar a lei de bases do clima, nomeadamente o Conselho para a Ação Climática, desenvolve uma estratégia nacional de adaptação às alterações climáticas sem metas e financiamento definidos, implementa uma estratégia para a água, que designou de ‘água que une’, cujo principal impacto é o desenvolvimento de culturas intensivas, em claro contraciclo com o necessário processo de adaptação à mudança climática.

Estes são apenas alguns exemplos que demonstram como as soluções ambientais são desprezadas e da razão pela qual precisamos de um Presidente da República que, defensor do bem-estar de todos os cidadãos, prime por dar voz e relevância aos pilares estruturantes do desenvolvimento. António Filipe é o candidato que oferece essa garantia!